‘Corpos Dissidentes: lugar e memória’ na programação do IMS para a Semana de Museus

A área de educação do IMS Poços convida para a live sobre Corpos dissidentes: lugar e memória, que será realizada dentro da programação das 18º Semana de Museus, que terá como tema: Museus para a Igualdade: diversidade e inclusão. Para esta ação, a equipe da educação do IMS Poços convidou a jornalista Jéssica Balbino e o assistente social Gabriel Sá.

A live acontece na quarta-feira (20), às 19h, e poderá ser acompanhada pelo Facebook do IMS Poços: https://www.facebook.com/imspocosdecaldas

O que são corpos dissidentes e quais locais eles ocupam e estão autorizados a frequentar? Com base nesta pergunta, sugerimos uma conversa sobre corpos considerados inadequados, a quem é negado o lugar e, por conseguinte, a memória. 

Destacamos que é, sobretudo através das corporalidades e nos corpos que se manifestam nossas potências criativas, dissidentes e rebeldes, capazes de construir uma nova narrativa, de equidade, diversidade e inclusão.


Saiba mais sobre os convidados:

Jéssica Balbino é viciada em café e narrativas e acredita que pode mudar o mundo a partir delas. É jornalista, mestre em comunicação pela Unicamp e produtora cultural. Autora dos livros “Hip-Hop – A Cultura Marginal” (premiado pelo MINC como melhor reportagem em 2010), “Traficando Conhecimento” (Aeroplano, 2010) e “gasolina & fósforo – meu corpo em chamas”. É idealizadora da iniciativa Margens, projeto que  realiza desde 2013 produção, divulgação e curadoria de conteúdo feito escritoras marginais e periféricas (premiado pelo Governo do Estado de Minas Gerais em 2017). Faz curadoria de eventos literários em diferentes unidades do Sesc em todo país, no IMS e Itaú Cultural.

Gabriel Sá  é bacharel em Serviço Social pela Universidade Federal de Ouro Preto. Pesquisa gênero e sociabilidade marginal com o tema “Travestis e Mulheres Trans na Prostituição: cultura e segregação”.
Atualmente trabalha como Assistente Social em uma UAI – Unidade de Acolhimento Infantojuvenil, com crianças e adolescentes de ambos os sexos, entre 10 e 18 anos incompletos em uso de drogas e vulnerabilidade decorrente do envolvimento com crack, álcool e outras drogas. Além de sua formação acadêmica, Gabriel é multiartista e aborda em suas artes de atuação, quais sejam música e teatro, temas fundamentais na sociedade contemporânea, saúde mental, suicídio, questão de gênero e envelhecimento.



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